O surto da COVID-19 desencadeou discussões políticas sobre tudo, desde o ambientalismo até a relação entre igreja e estado. À medida que antecipamos o fim dos lockdowns e uma vacina para o vírus, é importante que os libertários reflitam e lembrem os outros sobre os aspectos positivos do nosso mundo que tendem a ser esquecidos no meio de um ciclo de notícias (em grande parte sem esperança).
Três anos atrás, uma das maiores questões que dividiam os partidos políticos era a desregulamentação dos Provedores de Serviços de Internet (ISPs) por meio da revogação da Neutralidade da Rede. Hoje, os negócios e a inovação estão paralisados nas mãos do estado, enquanto a internet continua a prosperar e atingir novos níveis de eficiência a cada dia. Para muitos, a internet nos permitiu trabalhar em casa, jogar e ficar conectados com amigos e familiares durante o bloqueio. É difícil imaginar a vida durante esse período sem o luxo que é a internet.
O estado moderno da internet não é nada do que os defensores da Neutralidade da Rede nos alertaram há 3 anos. Em um momento em que mais pessoas do que nunca estão desempregadas e ficando em casa para assistir a serviços de streaming e navegar nas mídias sociais, é claro que a internet está prosperando. Podemos ver agora que a melhoria da web aberta se deve em grande parte à desregulamentação.
Nesta entrevista exclusiva com Sean Malone, da Foundation for Economic Education, analisamos a relação entre o sistema de preços e a Neutralidade da Rede e como isso permitiu que os ISPs oferecessem internet rápida e acessível nos anos seguintes às revogações.


