Segundo o Papa Bento XVI, “A economia não pode ser medida pelo lucro máximo, mas pelo bem comum”.
Ainda estou esperando que ele, ou qualquer outra pessoa, explique exatamente como se mede o bem comum. Deveríamos medi-lo em renda média, jantares de frango por domicílio ou talvez jantares por galinheiro?
Pensando bem, não se pode “medir a economia” de forma alguma; nem pelo bem comum nem pelo lucro máximo. O lucro máximo é apenas uma medida útil para uma empresa privada. É a medida-chave para saber se a empresa está produzindo mais valor do que está custando. Toda empresa deve almejar esse objetivo. A economia como um todo é um agregado impossível e sem sentido como o PIB e é usada para objetivos políticos, não para ganhos econômicos.
Ele continua, “A economia não pode funcionar apenas com autorregulação mercantil, mas precisa de uma razão ética para trabalhar para o homem”, mas isso falha em perceber que esses interesses são um e o mesmo. É ético e necessário para o homem trabalhar porque Deus nos ordena não tirar dos outros. Em nossa busca por lucros, o mercado é regulado pela oferta e demanda. Isso não é uma “auto” regulação, mas um produto do sistema de livre mercado. Em nenhum lugar, deste lado do céu, as pessoas “autorregularão” suas ações.
Tom Woods,, um católico vocal e economista austríaco, escreveu um ótimo livro sobre a igreja e o livre mercado. Gostaria que o Papa o lesse.
Nota do editor: Embora pensemos que o Papa esteja completamente errado sobre esta questão, não queremos ser totalmente depreciativos. (A aliteração foi inteligente, você não acha?) Criticaremos livremente os líderes de qualquer denominação que promove a má economia e busca o poder, e anuncia aqueles que falam a verdade ao poder.


