Nesta entrevista exclusiva da ABC (cópia) Cheney não diz diretamente “Eu sou um criminoso de guerra, por favor, coloquem algemas em mim”, mas as implicações são bem claras. Ele sabia, apoiava e até autorizava a tortura por afogamento simulado.
"Eu era consciente do programa, certamente, e envolvido em ajudar a limpar o processo, como a agência efetivamente entrou e quis saber o que eles podiam e não podiam fazer... E eles falaram comigo, assim como com outros, para explicar o que eles queriam fazer. E eu suportado isso.” ~Dick Cheney
Tenha em mente a história: Interrogadores e oficiais japoneses foram processados como criminosos de guerra após a Segunda Guerra Mundial por praticar afogamento simulado. Nós achamos isso hediondo o suficiente na época para que fosse processado, mas nossos atuais “cristãos” no poder, como Bush e Cheney, e os cristãos que ainda os apoiam cegamente, parecem pensar o contrário.
Com efeito, porque os cristãos acham que a tortura é permissível no mínimo? O fato de que a tortura tem que ser justificada não deveria fazer um cristão hesitar? Não é como se a tortura desse informações confiáveis – interrogadores provaram isso repetidamente. Eu me pergunto se a razão está no fundo de suas mentes, na idolatria do Estado de que ele não pode fazer mal algum fora do aborto e do casamento gay.


